quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

COMEMORAÇÕES DA REPÚBLICA! COMEMORAR O QUÊ?


domingo, 25 de Outubro de 2009

JANTAR ANUAL DOS CONJURADOS

Já estão abertas as inscrições para o Jantar anual dos Conjurados, no Convento do Beato, dia 30 de Novembro
Os primeiros 100 Jovens a inscrever pagam apenas 10euros.
Toca a inscrever!
Inscrições:
Sede Praça Luís de Camões, 46 2o. Dto.1200-243 Lisboa
Telf (+ 351) 213 428 115Telf (+ 351) 213 429 702Fax (+ 351) 213 428 116
Email info @ reallisboa.pt

VIRGÍLIO CASTELO DEFENDE A RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA

Entrevista ao actor Virgílio Castelo defende a Restauração da Monarquia

O actor Virgílio Castelo defende a Restauração da Monarquia no seu livro “o último navegador”

Photobucket

«A mim o que me parece é que a maneira de resolver a restauração da monarquia, passaria por duas questões. A primeira seria aproveitar o centenário da república no próximo ano, para a república mostrar finalmente a sua apregoada generosidade e fazer finalmente o referendo que é devido. Ou seja, deveria haver um referendo porque era uma maneira bonita da república demonstrar a sua legitimidade de cem anos – saber até que ponto o povo português quer a república – eu tenho a maior das dúvidas que queira. Não sou capaz de explicar isso de um modo científico, mas estou convencido que no dia em que for posta essa questão haverá muitas surpresas.»

“O último navegador”:Um país próspero e Monárquico em 2044

Virgilio Castelo:”Porque ninguém se preocupa a sério com Portugal”

(15 de Março de 2009)

Excerto da entrevista concedida pelo actor Virgílio Castelo ao jornal PORTAL LISBOA

«JG – Virgílio Castelo o que o levou a escrever este livro?

VC – Tem tudo haver com um desejo da adolescência. Eu desde o final da minha adolescência, dezassete, dezoito anos, que tinha uma espécie de inquietação sobre Portugal. É um assunto que desde sempre me inquieta, me intriga, me desgosta, me apaixona, me faz ter cóleras e que sobretudo é um grande mistério para mim e eu tinha algumas coisas na minha cabeça, algumas hipóteses de explicação para este tormento à volta da ideia de Portugal, que desde o final da adolescência me assaltavam. Mas no final da adolescência, jovem idade adulta, não tinha capacidade para escrever, ou melhor, mesmo que eventualmente tivesse capacidade para escrever não teria tido tempo de maturação suficiente para pensar bem sobre tudo isto.
Foi um assunto que me perseguiu desde sempre e depois, numas férias em Goa em 2000, digamos que tive aquilo que os poetas costumam chamar de inspiração. Aos poetas as frases chegam, depois desenvolvem os poemas. O que se passou comigo foi que nessas férias chegou-me a maneira de contar a história, aquilo de que eu queria falar.

JG – Normalmente há uma tradição na escrita portuguesa de quando olhamos para Portugal olhamos normalmente para o passado. O Virgílio pega num Portugal do futuro…

VC – Se quiser foi essa estrutura narrativa que foi a ideia que me surgiu depois de anos e anos a pensar a maneira como iria escrever sobre Portugal. Fui durante anos pensando como iria escrever, não sabia, fui tentando várias formas, que passavam por aí, pelo passado. Mas não me sentia satisfeito com nenhuma das soluções. Tal como agora não me sinto satisfeito com nenhuma das soluções que agora estou a pensar para as coisas que quero escrever no futuro. Preciso de um tempo de maturação em que vou reflectindo sobre as coisas, depois, de um dia para o outro as coisas surgem-me, aparentemente de um modo fresco, mas já estão pensadas muito para trás. E essa ideia de ter uma personagem que fala no presente de um futuro que para ele já é passado, é uma coisa que me surgiu como uma ideia poética – como uma sucessão de soluções analíticas de como eu poderia falar do assunto. Um dia aconteceu, esta é a maneira que eu tenho de falar sobre qualquer coisa que ainda não aconteceu e que poderia acontecer de uma maneira com a qual eu me poderia identificar.

JG – Uma das ideias que tem motivado mais discussão sobre este livro é a discussão sobre a restauração da Monarquia. Muitas vezes a Monarquia é vista como passado, mas o Virgílio pega na Monarquia como futuro. Acha que o futuro da Monarquia em Portugal é uma ficção?

VC – Não, não acho de todo. Não digo que obrigatoriamente a solução para resolver os problemas de Portugal seja a Monarquia, mas acho que a Monarquia está muito mais próxima de resolver os problemas de Portugal do que a República. Acredito que a Monarquia, tal como eu a entendo no livro, tem virtualidades. A Monarquia de que eu falo tem sobretudo uma componente de meritócracia. A Monarquia para um povo como o português, é a maneira mais eficaz de poder tirar dos portugueses o que os portugueses têm de melhor. Os portugueses precisam naturalmente, ao contrário do que todas as utopias colectivistas possam fazer pensar, de uma liderança forte. O povo português é um povo profundamente individualista, mas de uma maneira positiva. Quando falo de individualismo não falo de egoísmo. O povo português tem uma personalidade muito forte que só pode ser profíqua quando é encarada por uma liderança forte. Repare, quando se fala dos nossos trabalhadores vemos que têm algumas dificuldades na produtividade em Portugal – mas qualquer trabalhador português enquadrado numa liderança forte no estrangeiro produz muito mais do que qualquer trabalhador estrangeiro. Há aqui uma chave para apelar à capacidade do português – essa capacidade passa pelo apelo ao mérito individual, não ao egoísmo do português. Neste sentido a monarquia tem muito mais armas para fazer esse apelo ao mérito do que a república. A república naturalmente tem a ideia de cidadão, ou seja, coloca o indivíduo na ideia do anonimato, o que é desmotivador.

JG – E os títulos…

Eu acho que a monarquia ao fazer apelo ao mérito, através dos vários mecanismos que tem, consegue tornar muito mais empolgante a vida para o indivíduo do que a república. Repare, há uma coisa que os anti-monárquicos têm como costume que é ironizar um pouco sobre os títulos – eu acho que é um disparate – um Rei de Portugal numa monarquia futura não podia doar Mafra a alguém e fazê-lo Conde de Mafra. A diferença que há entre nobilitar o Comendador do Bacalhau na República em Portugal, ou nobilitar o músico Inglês pela Rainha de Inglaterra é muito diferente. A repercussão que isso tem na sociedade, ao nível de cada um dos indivíduos querer melhorar a sua área de intervenção na sociedade é muito mais eficaz, quanto mais não seja porque existem milhares de anos de tradição nesse sentido.»

(…)

« “o livro é um manifesto para acabarmos com as desculpas”. Isso acho curioso, no fundo a minha vontade era que houvesse mais discussão há volta do livro para que não exista esta coisa de nós acharmos que Portugal não tem discussão, que é o discurso que vem dos Vencidos da Vida e que a mim já me incomoda por ser um discurso fácil, que até fica bem nos jantares de sociedade – não há ninguém que não diga mal deste país e isto é a coisa mais fácil do mundo. Para mim o país tem solução, mas o solução do meu ponto de vista é uma solução que dá muito trabalho. Gostava que deste ponto de vista o livro tivesse mais discussão do que está a ter.»

PARA LER O RESTO DA REPORTAGEM VEJA A ENTREVISTA ALARGADA EM PORTALLISBOA.NET…clicar

terça-feira, 29 de Setembro de 2009

FESTA AZUL E BRANCA - 4 DE OUTUBRO 2009


terça-feira, 18 de Agosto de 2009

A BANDEIRA DE PORTUGAL VOLTOU A LISBOA

Espectáculo! o "31 da Armada" fez com que, durante 12 horas, a Bandeira de Portugal, a Verdadeira! a azul e branca, estivesse hasteada na Câmara Municpal de Lisboa.
Adorámos!
Veja, clicando na ligação que segue.

http://www.youtube.com/watch?v=tyNMQ_fWre4

domingo, 25 de Janeiro de 2009

LUGAR ANTIGO DO ESPORÃO


É mais um desenho a carvão sobre o Lugar Antigo do Esporão, não saiu muito bem, mas o artista também não dá para mais.

sábado, 6 de Dezembro de 2008

ESPORÃO A PRETO E BRANCO

Rua Abílio Barata, no Esporão.
Mais uma tentativa de desenhar a minha terra.

quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

FRATEL - Vila Velha de Ródão

FRATEL, Aldeia, sede de Freguesia, pertencente ao Concelho de Vila Velha de Ródão e ao Distrito de Castelo Branco.
É a terra da minha mãe e dos meus antepassados "Pintos", "Sequeiras", "Dias", "Guerras" e outros. São inumeras as recordações de infância, das férias de Setembro em casa da minha avó Leopoldina.

segunda-feira, 7 de Julho de 2008

DESENHOS DO FRATEL


Resultou de um pedido de minha mãe. Fazer 2 ou 3 desenhos da sua terra natal, o Fratel, terra que pertence ao concelho de Vila Velha de Ródão, distrito de Castelo Branco, e terra da qual guardarei para sempre muitas e gratas recordações de infância.
O 1º retratou uma Rua do Fratel.

O 2º retrata a Igreja Matriz do Fratel, vista do Largo do Rossio.
Local onde brinquei tantas vezes em criança.

O 3º e último retrata o Largo do Rossio.
A técnica utilizada nos três desenhos é mista. Aguarela, tinta da china, carvão e lápis de cor.

sábado, 9 de Fevereiro de 2008

CAMPOS DE LÍRIOS BRANCOS

Onde estão os campos
cheios de lírios brancos
que te prometi?
Já não sei de nós,
já não sei de ti...
Só sei que te perdi.
Que te quis
e não me quisseste,
que te amei
e não me amaste...
Onde estão agora
aqueles campos
cheios de lírios brancos
que te prometi?...

Abílio Cardoso Bandeira

"Menina com Lirios" de Diego Rivera

sábado, 19 de Janeiro de 2008

DESENHOS / CARVÃO

Chaminé em Vale Maceira(Góis) - Carvão
O primeiro de uma série de esboços para o meu projecto sobre o Concelho de Góis.

quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

DESDE O PRINCÍPIO DOS TEMPOS


Existo...
Sabe lá Deus porquê...
Sou um Oceano fechado
dentro de uma gota de Água...
Sou Sol que brilha
através da Lua...
Sou vento que passa
e não se sente...
Sou chuva que chove
e não molha...
Sou Sal que não salga...
Sou um anjo sem asas...
Um pássaro sem ninho...
Um sorriso sem boca...
Uma estrela sem noite...
Sou um dia sem Sol...
Sou a tristeza sem fim...
E tudo porque Eu estou aqui,
desde o Princípio dos Tempos...
Mas Tu não me vês!...

Abílio Cardoso Bandeira

quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

ESTA MINHA PÁTRIA DE CASTELOS DESMORONADOS


Esta minha Pátria de Castelos desmoronados, não morrerá nunca! Enquanto houver Portugueses, haverá Portugal, esta Pátria Azul e Branca que não se vende, nem se rende à vil matilha de carbonários verdes e vermelhos.
Viva para sempre Portugal!
Pátria e Rei!
Viva D.Duarte!